BOLETIM AAFIB 105 - NOVEMBRO 2015

Associação dos Antigos Funcionários Internacionais do Brasil                                                                      

( aafib.org.br )    Fundada em 1987       Afiliada à  FAFICS

 

O mundo anseia pela PAZ e a busca nos corações e mentes. Mas qualquer ato de barbárie abala o alicerce construído e produz um retrocesso de horror e desalento. A violência tem o poder de sufocar. É o maior inimigo da humanidade, o que faz da tarefa da ONU um gigantesco desafio. Olhamos o mapa nos dias de hoje e encontramos violações em toda parte, nem dá para lembrar que há 70 anos se trabalha para mudar esse lado sujo do processo civilizatório. O resultante temor cotidiano é também o maior adversário do idoso, menos habilitado a se defender da praga endêmica.

 

O Mundo Vestiu Azul: Evento global do Dia da ONU ilumina de azul os principais monumentos do mundo                                                      

Mais de 300 marcos históricos em 75 países em todos os continentes se iluminaram de azul para homenagear o 70º aniversário da Organização, na sexta-feira (23) e sábado (24). No Brasil, participaram diversas cidades brasileiras, como Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Brasília. Nos dias 23 e 24 de outubro, mais de 300 monumentos, edifícios, museus, pontes e outros pontos emblemáticos em mais de 75 países por todo o mundo foram iluminados de azul – a cor oficial das Nações Unidas – como parte de uma campanha global para comemorar o Dia da ONU e o 70º aniversário da Organização. Marcos globais famosos – indo da Casa da Ópera de Sydney (Austrália) até as Pirâmides de Gizé, no Egito; da estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro (foto), até o Empire State, em Nova York – foram iluminados com a cor da ONU. No Brasil, 33 lugares em 8 cidades foram confirmados: o Cristo Redentor, o Maracanã e o Palácio Guanabara (Rio de Janeiro); o Palácio Itamaraty, a Catedral de Brasília e o Templo da Boa Vontade (Distrito Federal); o Elevador Lacerda, o Farol da Barra e o Estádio da Fonte Nova (Salvador, Bahia).  “Sou grato pelos nossos Estados-membros estarem mostrando tão forte entusiasmo para marcar os 70 anos de apoio da ONU à paz, ao desenvolvimento e aos direitos humanos”, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. “Ao transformar o mundo em azul da ONU por um dia, podemos iluminar o caminho para um futuro melhor.”                                                                                      A celebração global teve início na Nova Zelândia e, em seguida, na Austrália, com a iluminação da Casa da Ópera de Sydney, ao anoitecer. De lá, uma onda com o azul da ONU passou em todos os países e continentes, com monumentos em todo o mundo participando do evento internacional.                                                                                    

A sede das Nações Unidas em Nova York ficou acesa com o azul da Organização por duas noites, a partir de 23 de outubro (quando o concerto anual do Dia da ONU seria realizado), e se estendeu até o dia 24 de outubro.                                                              

Para o reitor do Santuário Cristo Redentor, padre Omar Raposo, a participação do monumento mais conhecido do Brasil ajuda a conscientizar sobre a importância dos valores fundamentais pelos quais a Organização luta: “Paz e direitos humanos são metas pelas quais a ONU trabalha e que, não podemos negar, são fundamentalmente cristãs em suas essências”.                                                                                                                  

Cf. Gustavo Barreto, assessor do Centro de Informação da ONU (UNIC Rio):

Avaliando as Nações Unidas nos seus 70 anos  (Uma visão crítica)

* Extraído de artigo de Stewart Patrick

 

As Nações Unidas completaram 70 anos no mês passado. No lugar de desfrutar de uma aposentadoria sem preocupações, a ONU enfrenta implacáveis demandas em tempo e recursos, desafios tanto antigos (conflitos violentos, proliferação nuclear, doenças infecciosas...) quanto novos (mudanças climáticas, terrorismo, guerra cibernética, entre outras...) Superficialmente, pelo menos, a ONU deu-se bem perante estes desafios, permanecendo como o mais relevante Fórum de Multilaterais do mundo, graças aos termos de sua Carta, de associação e vinculação universais.  Mas se aprofundamos um pouco mais, torna-se claro que a ONU enfrenta uma crise quádrupla: de identidade, relevância, autoridade e desempenho.

Qualquer avaliação das Nações Unidas deve começar por reconhecer que não se trata de uma instituição monolítica, mas um composto de várias partes, que são frequentemente confundidas por seus detratores. Quando os críticos invocam as Nações Unidas, se referem ao Conselho de Segurança (CSNU), à Assembleia Geral (AGNU), ou a outros organismos de grande adesão, tais como o Conselho de Direitos Humanos, ou mesmo o Secretariado da ONU em si, dentro do qual o Secretário-Geral Ban Ki-moon supervisiona inumeráveis departamentos dedicados ao desenvolvimento, desarmamento, manutenção da paz e afins? O que significam as dezenas de agências especializadas, programas e fundos?                           

Entre outras coisas, esta complexidade organizacional faz das Nações Unidas um bode expiatório conveniente para falhas que são mais apropriadamente dos próprios Estados-Membros. Mas mesmo que não deva ser responsabilizado pelas falhas dos seus membros, o Organismo Mundial ainda enfrenta seus próprios e prementes problemas: Sete décadas após sua fundação, as Nações Unidas presidem uma agenda sempre em expansão. E na tentativa de fazer demais, corre o risco de fazer bem pouco.  Uma exceção reside no domínio da segurança e paz, o pão com manteiga da Organização. A ONU foi estabelecida, segundo sua Carta, “para salvar sucessivas gerações do flagelo da guerra”. Estranho quanto pareça, dada a carnificina em curso na Síria, a ONU conduziu essa promessa com desenvoltura. Desde 1990, operações multidimensionais de manutenção da paz ajudaram a reduzir drasticamente o número de mortes relacionadas com batalhas globais, não obstante um aumento recente. E o Tratado de Não-Proliferação Nuclear, com seu órgão regulador, a AIEA, tem mantido o nível de armamento nuclear abaixo das previsões oficiais.

O desempenho da ONU tem sido muito mais irregular em outros campos. Isso é frequentemente o resultado de crescimento da organização. Desde 1945, o âmbito da atividade da ONU foi expandido para uma série de questões globais, do desenvolvimento econômico e direitos humanos à mudança climática e à governança da Internet. Como os Estados-Membros continuamente demandam que a instituição assuma novos papéis, o Secretariado tem dificuldade para definir prioridades ou especializar-se. Perante a maior crise humanitária desde a segunda guerra mundial, com uns 60 milhões de refugiados e desabrigados em todo o mundo, os Estados-Membros forneceram às agências da ONU, como o PMA, menos da metade dos fundos que precisariam com urgência.

A ONU tem compreensível dificuldade de eliminar organismos obsoletos, algumas entidades continuam sua existência numa custosa obscuridade, seria necessário adotar cláusulas de caducidade Isto é tanto mais importante porque a ONU de hoje enfrenta uma crise não só da identidade, mas também de relevância. Uma enorme quantidade de novos e atraentes atores -- de coalisões flexíveis "minilaterais", tais como o G-20, a organizações regionais dinâmicas -- agora competem com a ONU por recursos privilegiados na condução de muitas questões globais. Em parte isso é culpa da própria ONU: frustrados com o fracasso de organismos com dificuldades de se adaptar aos desafios de hoje, países estão cada vez mais buscando soluções alternativas através de grupos de afinidade flexível, ad hoc. O sucesso desses regimes alternativos tem posto em causa a relevância da ONU. A resposta à crise financeira global, por exemplo, foi conduzida não pela ONU ou mesmo o FMI e o Banco Mundial (que são nominalmente parte da família ONU), mas por uma nova e mais flexível G-20, ungida pelo presidente dos EUA Barack Obama e outros líderes como o "grupo diretor premier do mundo" para a coordenação económica global. Também as Organizações Regionais enfrentam desafios transnacionais, exigindo que a ONU compartilhe recursos e responsabilidades. Estão previstas na Carta das Nações Unidas e se consideram amadurecidas para assumir mais responsabilidades, como parceiras em igualdade de condições.

Nosso Fundo de Pensões: Apresentação de Relatório à 5ª Comissão da Assembleia das Nações Unidas      Item 134 da Agenda \ 15\11\2015

 

Olusoji Adebowale Adeniyi  Chairman do Conselho do Fundo de Pensões (Extratos)

 

O Fundo de Pensões é um Plano de Benefícios que provê pagamento de pensão para

Mais de 72.000 aposentados e pensionistas em mais de 190 países e 15 diferentes mordas. O que o faz único, além de seu mandato, âmbito global e desenho intrincado,

é ser uma entidade inter-agências, compreendendo não apenas a Nações Unidas propriamente, mas outras 22 organizações. Seguindo um Regulamento aprovado pela Assembleia Geral, o Fundo é administrado por um Conselho de acordo com esse Regulamento. O Conselho desempenha um papel importante na estrutura de governabilidade do Fundo uma vez que é o único fórum em que as 23 agências, e as principais partes interessadas estão representadas.

 

É importante destacar que qualquer decisão sobre o Fundo, suas finanças, operações, ou governo, precisa ser claramente definida, compreendendo a longa duração de suas responsabilidades – isto é, o compromisso de pagamento das pensões de por vida – e  o horizonte operacional, que é mais longo que na maioria dos casos, considerando que serve em média por 17 anos de vida ativa do pessoal e outros 25 anos ou mais de sua aposentadoria e de seus sobreviventes. Por isso, é importante revisar tendências históricas, cobrindo pelo menos 15 anos, compreendendo projeções de médio e longo prazo, possibilitando decisões que assegurem estabilidade, eficiência e eficácia de médio e longo prazo, O presente Relatório e o documento suplementar provêm uma visão nos termos de mais amplo e longo alcance.

 

Como está exposto no resumo do relatório, o Fundo tem experimentado um crescimento sem precedentes nos últimos 16 anos. O aumento de participantes e beneficiários foi de 73% e se espera que continue a crescer no futuro. Em 31 de dezembro de 2014 o Fundo estava servindo em torno de 195 mil participantes ativos, aposentados e beneficiários, um crescimento de 5 mil em um só ano. Sem o concomitante crescimento em recursos a missão do Fundo estaria em risco. ...o sistema de ajuste de pensões, incluindo a Dupla Via, representa um desafio não experimentado por nenhum outro plano no mundo. A Seção de Serviços Financeiros do Fundo gere o maior e mais complexo serviço de pagamentos do Sistema das Nações Unidas.

O orçamento do Fundo aprovado pelo Conselho para 2016-2017 foi o seguinte:

$90.361.400 para custos administrativos; $83.856.400 para custos de investimentos;

$2.893.500  para custos de auditagem; $944.200  para os gastos do Conselho.

...........................................................................

Em conclusão: Desejo reiterar que o Fundo goza de robusta situação financeira e operacional. Que o sistema principal e a iniciativa operacional foram implementados com muito sucesso e que os arranjos de governança e supervisão do Fundo estão funcionando bem, com a participação dos 23 representantes das organizações-membros, assim como dos especialistas independentes em assuntos específicos.

O CEO, a RSG e o staff do Fundo estão prontos para eventuais respostas e explicações técnicas que sejam necessárias. 

Reunião da AAFIB\ Brasília

O Núcleo de Brasília da AAFIB se reunião no dia 14 de outubro peça manhã na Sala Luís Carlos Costa da Casa da ONU no Brasil com a presença de nove associados (Alfredo H Costa Filho; Eliana Martins Ferreira; Giovanni Quaglia; Maria Inês Bastos; Maria Dulce Almeida; Milton Thiago de Mello; Júnia Puglia; Teresa Chaves Terra; Júlio Manuel Suarez). Júnia brindou a informação pertinente sobre cada ponto da agenda. Informou sobre as atividades programadas para a celebração dos 70 anos das NNUU com especial atenção a um concerto da Orquestra Sinfônica de Brasília no Centro de Convenções Ulisses Guimaraes precedido por coquetel. O convite foi enviado para todos após a reunião.                                                                                                                                              

O assunto que provocou maior interesse foi o dos Seguros de Saúde e de Vida. Sobre a mudança do Seguro de Saúde para CIGNA vários dos presentes manifestaram inconvenientes com a operação do mesmo e deram depoimentos sobre dificuldades na utilização do seguro em quanto à aceitação por hospitais de Brasília, contato telefônico com os operadores do seguro e outras. Acordou-se tratar deste assunto com maior detalhe em uma próxima reunião. Em relação com o Seguro de Vida de AETNA Giovanni Quaglia aportou informação nova sobre vigência do seguro além da aposentadoria. Nesse sentido Giovanni enviou uma nota esclarecedora a todos os colegas após a reunião.                                                                                                             Júnia propôs mostrar vídeos curtos sobre temas de interesse nas reuniões quando não houver palestrante disponível como aconteceu desta vez, em que dois convidados não puderam comparecer na data. Milton sugeriu realizar algumas reuniões fora do local das NNUU, inclusive com familiares, para mudar o ambiente e converter as reuniões em um ato mais prazeroso. Neste sentido o fim de ano próximo será uma boa oportunidade para sairmos para um resort ou restaurante. Comentou que no Lago Oeste de Brasília há bons lugares para esse fim.                                                                                                   

Giovanni informou que a colega Mônica Azar Fiuza, funcionária do PNUD, faz um trabalho voluntário de troca e venda de livros usados no DF por se alguém da AAFIB quiser contribuir.                             

Agenda em resumo: Abertura; Celebração dos 70 anos da ONU: programação e convites; Workshop para futuros aposentados – breve relato da participação da AAFIB no evento realizado em Brasília pelo Grupo Interagências de Recursos Humanos; Intercambio de informações sobre seguros de saúde e de vida, e outros temas de interesse relacionados ao UNFCU e aos direitos e prerrogativas dos aposentados; Atividades de fim de ano – propostas e encaminhamentos (última reunião agendada para 09-12-15); O Centenário de Milton Thiago de Mello – propostas e encaminhamentos;

 

O próximo Certificado de Titularidade (CE), que será enviado em 2016

 

Lembramos que, como parte das iniciativas para a melhoria de processos que são agora possíveis de introduzir graças à implementação do novo Sistema Integrado de Gestão / (IPAS por sua sigla em inglês), o Fundo decidiu mudar o ciclo de distribuição do Certificado de Titularidade (CE por sua sigla em inglês).  Portanto, não espere receber seu CE anual em novembro, como nos anos anteriores, porque o exercício está sendo adiado por seis meses. Portanto, espere para receber seu próximo CE em maio de 2016, e daqui em diante, sempre em maio de cada ano.

Além disso, com a adoção do IPAS (o novo modelo de administração) o Fundo irá também introduzindo um novo e único número de identificação (ID Fundo) de nove dígitos para fins de controle e eficiência operacional. 

Fiquem atentos a essas mudanças que serão implementadas depois do nosso verão.

As Pensões em dólar terão aumento em 2016?

 

É baixa a probabilidade de que as aposentadorias em dólar tenham aumento em abril do próximo ano. Segundo nosso observador em Nova York, Sugiyama Iutaka, o Fundo de Pensões utiliza os índices "All Urban Consumers". Assumindo que o Fundo use o período janeiro-dezembro de cada ano para calcular o ajuste, faltam dados (outubro-dezembro 2015) para que possa ser medido.  O índice em janeiro 2014 era 233.916; em setembro 2015 era 237.945, portanto o aumento do índice foi de 1.72%.  A pergunta é se nos três meses o índice aumentaria em 0.28%. O índice de janeiro 2015 foi de 234 e aumentou em agosto para 238.316 mas em setembro ele baixa a 237.945. Nessas condições é baixa a probabilidade de que o índice (jan14/dez15) mostre um incremento de 2.0%. Iutaka tem tentado conversar com alguém do Pension Fund sobre isso, mas

ninguém quer falar, só dizem que a gente tem de esperar até que o índice

de dezembro seja publicado. As suposições a que se refere acima são devido a mudanças que o Pension Fund tem feito com relação ao período que se toma e se o índice é mesmo o All Urban Consumers.

Iutaka afirma, como experiência pessoal, que os seus gastos diminuíram: “o meu orçamento fixo (aluguel, luz e gás, etc.) está constante, o aumento de meu aluguel já decidido para o próximo ano vai ser o menor que tive e os preços de viagem aérea (que eu uso muito) baixaram. O único aumento que tenho é no seguro médico, mas não é elevado. Houve um aumento nos preços do metro/ônibus, mas esse item não pesa muito no índice”. Iutaka lembra que a inflação no Brasil está alta, mas por outro lado, se o aposentado está no dollar-track a desvalorização do Real foi muito grande nesses últimos dois anos.  Um ajuste de 2.0% na aposentadoria em dólar não seria nada comparado com o ganho que se teve com a desvalorização da moeda, de mais de 50%. Os que vão perder, afirma, são os que estão no Sistema Dual, tendo o Brasil como país de residência. Com ou sem compensação da moeda, o ajuste se agrega à pensão enquanto os ganhos de câmbio são quase sempre provisórios. Vamos esperar abril.

 

ANIVERSÁRIOS DE NOVEMBRO  (Nossas felicitações)                                              

 

01\11  Marco Antonio Vieira   RGS                                                                                       

04\11  José Lourenço    RJ                                                                                           

04\11  Cristina Montenegro   BSB                                                                                                             

09\11  Julio Manuel Suarez J  BSB                                                                                       

12\11  Sandra Valle   BSB                                                                                                       

22\11  Carlos Borio  CPFA  \ RJ                                                                                         

27\11  Marcos Ramos                                                                                                             

29\11  Ralph Hakkert     BSB

 

FALECIMENTOS RECENTES  (Nossos cumprimentos às famílias)

 

07\08\2015 Jacques Noel Manceau, ex-funcionário da OMS/OPS, aos 96 anos.                                   

Morava em Copacabana, RJ.   Manceau, um dos nossos mais antigos associados, benemérito, faleceu em sua residência em Copacabana em agosto deste ano. Seu filho José veio do Canadá para dar apoio à mãe nos trâmites administrativos, que como sabemos, são trabalhosos. Depois ficou sabendo da AAFIB e fez questão de inscrever Maria Lucia como associada, certo da assistência que poderemos dar em caso de necessidade.

Instamos aos nossos membros que instruam seus cônjuges para continuar associados à AAFIB e receber eventual assistência. Associar-se à AAFIB pode ser de muita utilidade para os cônjuges sobreviventes, sem nenhuma contraindicação.

 

Os Acadêmicos da AAFIB

 

Milton Thiago de Mello e José Freire são nossos associados e acadêmicos da Academia Brasileira de Medicina Veterinária. São também bons exemplos de longa vida saudável, com 99 e 93 anos, respectivamente.

Pela ordem, as comemorações ligadas ao prodígio vital começam com Milton.

Amigos e parentes do Professor Milton convidam para a comemoração de seu centenário, em Brasília, reunindo amigos de diversas fases de sua vida. As festas terão início na sexta-feira, 29 de janeiro, incluindo um seminário, e encerramento em 31 de janeiro, com coquetel e espetáculo folclórico, no Centro Comunitário Athos Bulcão \ Universidade de Brasília.

 

O Novo Perfil dos RHs das Organizações

 

O fato mais auspicioso dos últimos tempos no país se refere às ações dos RHs das Organizações do Sistema das Nações Unidas. Um grupo de colegas responsáveis pelo serviço de Recursos Humanos, compreendendo ativos e aposentados, vem tomando iniciativas de apoio mais conscientes e oportunas, para atender às necessidades previstas nos documentos administrativos que tratam do processo de separação, em final de contratos de trabalho. Mas também no atendimento a necessidades emergentes que decorrem das alternativas da vida em sociedade e no arranjo institucional do país.

Nessa mobilização os RHs têm sido um parceiro privilegiado da AAFIB, muitas vezes se antecipando no socorro a um colega apanhado em situação inesperada. Nomes como os de Patrícia Costa e Silva Lim, Josiane Nunes, Renata Freire Ritter, Luciano Menezes começam a aparecer com maior frequência no dia a dia de nossa comunidade.

 

Os Idosos e a Rua

 

A mídia tem evidenciado que aumenta o número de atropelamentos de idosos nas cidades do país. Em cenas escolhidas mostram idosos distraídos cruzando fora da faixa ou com o sinal fechado, valendo-se supostamente apenas do fluxo de trânsito.

Parte da explicação vem na própria reportagem: os idosos são traídos pela diferença entre a cabeça que continua lúcida e o corpo que já não obedece na mesma proporção aos impulsos que lhe são destinados, ou seja, a cabeça comanda e espera que o corpo vai dar resposta adequada, mas o corpo não atende na mesma dosagem do comando. Por ironia, a lucidez mental acaba sendo uma armadilha.

 

EXPEDIENTE                                                                                                                                         

 

Presidente: João Carlos Alexim       (e editor do Boletim)                                                                                   

Vice-presidente: Giovanni Quaglia    

Tesoureira: Maria America Diniz Reis   

Secretária Executiva: Evelyn Rocha                                                                                                                                                                                                                            

Diretora Núcleo Brasília: Júnia Puglia    

Diretor Núcleo São Paulo: Udo Bock                                                                                                   

Diretor Núcleo Baixada Fluminense\CPFA: Ilacir de Carvalho                                                                                                                              iretor para Área de Saúde: Cesar Vieira

 

Endereço: Centro de Informação da ONU \UNIC  Palácio Itamaraty                                                                                   Av. Marechal Floriano, 196 – CEP: 20080-002 – Rio de Janeiro  

Edição completa em nosso site (aafib.net)

Gerente do site: Sumaya Garcia